Vitrine de produto · Vertical de Frotas
Treze cenários reais mostrando como o Oravel acompanha uma empilhadeira do cadastro técnico ao almoxarifado — com os dados do tenant de demonstração "Empilhadeiras Demo".
Cada artefato abaixo simula telas reais do sistema, não maquetes — os números batem com o que está em produção hoje.
As empresas locadoras de empilhadeiras enfrentam dores operacionais muito específicas no dia a dia, principalmente porque gerenciam ativos de alto valor unitário e dependem da disponibilidade contínua das máquinas nas operações dos clientes. As dores mais constantes e críticas do setor são:
A manutenção de uma empilhadeira não segue o calendário comum de dias ou meses, mas sim horas de uso (horímetro). Perder o controle da contagem de horas resulta em quebras em campo, paradas indesejadas e prejuízos operacionais pesados.
A maioria dos contratos de locação opera com uma franquia mensal de horas incluída. Controlar o estouro da franquia, calcular o valor da hora excedente e auditar o uso real sem erros gera retrabalho constante e perda de receita.
É difícil para o gestor rastrear exatamente qual peça (filtros, óleos, baterias ou pneus) foi aplicada em qual número de série/patrimônio, dificultando o cálculo real do Custo Total de Propriedade (TCO) de cada máquina da frota.
Gerenciar o deslocamento dos mecânicos, o tempo de atendimento em campo, o diagnóstico rápido e a emissão de termos de entrega ou vistoria assinados pelo cliente sem burocracia em papel.
Baterias e carregadores elétricos representam uma fatia altíssima do custo de uma empilhadeira elétrica e exigem controle rigoroso de vida útil, ciclos de carga e histórico de manutenção individual.
Da aba de especificações da empilhadeira ao contrato de locação: status operacional, endereço de operação, franquia de horas e a cobrança do excedente apurado.
Uma corretiva de bateria do início ao fim: horímetro no atendimento, sintoma e diagnóstico, peça aplicada com número de série, mão de obra e assinatura na tela.
Três empilhadeiras lado a lado — status, horímetro, uso diário e excedente do mês — pra decidir onde focar manutenção sem abrir cada ativo separado.
A rotina diária que compara horímetro atual com o plano de revisão e dispara aviso automático quando faltam poucas horas para o vencimento.
Veículo próprio, teste em banco de carga antes de sair, checklist de saída e o rastreamento do transporte até a chegada — com o custo de frete somando direto na O.S.
A máquina volta do cliente e passa pelo laudo de recebimento no pátio — uma avaria encontrada muda o status automaticamente, sem depender de alguém lembrar de mudar manualmente.
Duas O.S. abertas no mesmo dia — o sistema decide sozinho a natureza de cada uma, olhando se o ativo tem contrato de locação ativo naquele instante.
A tela que o técnico abre todo dia, o cronômetro embutido no status da O.S., e o painel de desempenho e retrabalho que o gestor consulta depois.
Material e custo total se recalculam sozinhos a cada peça aplicada — mão de obra e logística ficam por conta do admin. E onde esse custo termina hoje, de verdade.
Uma avaria com foto e histórico vira diagnóstico provável, causa raiz e faixa de custo — tudo registrado numa Central de IA, com aviso claro de que é sugestão, não veredito.
Da peça abaixo do mínimo até a ordem de compra fechada — requisição, cotação com fornecedores e o caminho completo de volta pra prateleira.
Onde cada equipamento está instalado, quanto está locado agora, e quais contratos vencem nos próximos 30 dias — numa visão geral do gestor comercial.
Um caso honesto sobre um limite real do sistema hoje: contato de negociação vive no CRM, contato de cliente vive em campos fixos — ainda não são a mesma coisa.
Estes cenários usam telas reais de Ordem de Serviço, contrato e ativo — mas por trás delas, o painel também reúne relatórios prontos, sem precisar montar planilha.
Cruza preventiva vencida, avaria em aberto e reincidência de dano por ativo, usando a Matriz ABC como fonte de criticidade.
Corretivas, preventivas e tempo médio por técnico — mais os casos em que o mesmo ativo volta pra manutenção pouco tempo depois.
Timeline única por ativo: avarias, alterações de cadastro e preventivas vencidas, tudo na mesma linha do tempo.
Avarias agrupadas por tipo, com destaque para quando o mesmo ativo repete o mesmo tipo de dano numa janela de dias.
Toda leitura de horímetro registrada no sistema — app offline, dossiê mobile, link público do cliente ou O.S. — numa única visão auditável.
Cada troca de status de uma Ordem de Serviço, com o estado anterior, o novo, e quem fez a mudança.
Mudanças de nível de criticidade de cada ativo ao longo do tempo, com responsável por cada alteração.
Todo diagnóstico e análise já gerados por IA — avaria, retrabalho, plano preventivo — arquivados e prontos pra impressão.